@sobreumlivro

UOU! Que livro foda do caralho! 😱😱
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Gustavo Ávila escreve uma história completa, nos oferecendo vários pontos de vista para compor melhor o cenário, que são meticulosamente composto por três personagens, nos permitindo ver por diferentes ângulos o crime perfeito. Tem o psicólogo Willian, que nos oferece um ponto de vista psíquico e mental da história; As investigações e a lei, definidos por Artur, um detetive; e, claro, o ponto de vista da vítima que se transforma em agressora, David.

Calma, entenda o que eu quero dizer:

Cenário 1: Local do crime.
Três cadeiras em sintonia perfeita. Duas posicionadas lado a lado e a terceira de frente para elas. Um posicionamento perfeito para um crime onde a criança deve presenciar a morte dos seus pais.

Cenário 2: Consultório.
Em meio à brinquedos, folhas e lápis de cera, um psicólogo tenta descobrir o rosto do assassino, ao mesmo tempo em que estuda e reorganiza as vidas dessas crianças órfãs.

Cenário 3: Delegacia.
Um detetive tenta desvendar o mistério. Quem e o porquê de assassinar famílias, sempre dá mesma forma? Porém, sempre está um passo atrás do agressor.

O sorriso da Hiena tem uma trajetória brilhante! Escrito de uma forma única, a leitura conseguiu me prender do início ao fim, ficando mais angustiante com o virar de páginas. Com uma história diferente, o livro tem o poder nos levar à um paradoxo: é possível que a maldade tenha um fio de bondade? É compreensível assassinar pessoas em busca de resultados científicos? Até onde vai a maldade humana?
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* Depois eu conto um pouquinho mais sobre essa história assustadora.

Gustavo Ávila