@literaturizando

Dois dias e inúmeras tentativas de resenhar esse livro.

O jeito foi deixar a lógica de lado e vim no calor da emoção, falar com o coração o que não consegui descrever com o lápis.

Pra começar, pensei, quando iniciei a leitura, em também fazer fotos simulando sangue, com facas e alicates, porém, minha intenção se modificava à cada virada de página...
Resolvi fazer algo realmente simples por dois motivos:

O primeiro, por ter consciência de que nenhuma foto ou resenha representaria o que ele de fato é;

Segundo, por esse livro ter me marcado de tal forma, que não quero lembrá-lo ou registrá-lo aqui pelo crime em si.

Sou amante da psicologia e, se Deus assim me permitir, futura psicóloga.
Acho que isso já explica um bom tanto!

Quero sempre ao falar, olhar ou simplesmente ao me lembrar dessa mega história, ressaltar a grande mensagem passada pelo autor.

O crime foi fundamental pra construção da trama e pra nos conduzir à questionamentos necessários relacionados à mente humana. 
E esse último sim, foi o grande foco, o grande ápice e o que abslutamente me dilacerou.

Quando um crime justifica outro?

Até onde um trauma justifica o mal?

Qual sua contribuição para a melhoria geral do mundo?

Qual o verdadeiro sentido da vida?

Algumas respostas, só você tem. Outras, eu encontrei nessa leitura.

Um livro provocador que arranca qualquer um da zona de conforto e coloca em meio à um caos chamado VIDA.
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5/5.

Gustavo Ávila