Conheça a “nova” capa do livro “O sorriso da hiena”. E saiba o que e porque mudou.

OSorrisoDaHiena_NovaCapa

Muita gente me perguntava se a edição lançada pela Verus teria uma nova capa ou se manteriam a original criada para a versão independente do livro.

Confesso que até alguns meses atrás eu também não sabia. Conversamos bastante sobre a possibilidade de manter a capa original e ela rodou por diversos departamentos da editora e também do Grupo Editorial Record. Foi parar nas mãos dos profissionais de design, marketing, vendas. O objetivo era colher opiniões sobre sua funcionalidade em cada uma dessas áreas.

Para minha felicidade (e para a de muitos que queriam que mantivessem a capa original) ela foi mantida.

Mas com algumas alterações.

A principal delas foi na questão de leitura do título (O sorriso da hiena). Foi necessário repensar a diagramação. Quem fez esses estudos foi o mesmo diretor de arte responsável pela capa original, Rivadávia Coura. E realmente, o pedido feito pela editora tinha total razão. Agora o título fica muito mais legível. Principalmente a certa distância.

A cor da criança na cadeira e sua sombra que se projeta no chão também mudou. Antes, ela era vermelha, como se fosse um “vazado” na imagem da hiena. Agora ela é preta. Isso foi feito para destacar o título, mas também porque se encaixa melhor com uma das ideias do livro, que é questionar como crianças negligenciadas e com traumas podem se tornar pessoas más. A nova cor representa a sombra que cai sobre essa criança e que se projeta dela para o mundo.

O nome do autor (eu), que antes estava pequenininho na parte superior, agora está maior :)

Ainda na capa, há agora uma citação do escritor Raphael Montes (autor de Dias Perfeitos, Jantar Secreto, Suicidas), que leu a versão independente, gostou e agora recomenda. Muito obrigado pela gentileza, Raphael.

“Um suspense psicológico que merece estar ao lado dos grandes best-sellers internacionais. Ao investigar a origem do mal, Gustavo Ávila traz frescor para a literatura policial brasileira, com uma obra surpreendente e imperdível.” Raphael Montes

Na quarta capa (contracapa ou simplesmente verso) há também um elemento novo. A figura de uma flor. Não vou falar mais sobre isso para não dar spoilers.

O texto da orelha foi escrito pelo mestre Marcelino Freire. O que foi uma honra para mim. Marcelino é um autor incrível (Nossos Ossos, Contos Negreiros, entre outros) e um nome de peso dentro do cenário literário brasileiro. Quando li o que ele escreveu para a orelha, foi de uma alegria enorme. Ter um nome já reconhecido na literatura nacional dando seu aval para essa história é realmente um privilégio. Muito obrigado, querido mestre Marcelino.

"À época em que tive o privilégio de ler os originais deste livro, a nossa conversa girou em torno do enredo, da composição das frases, da estrutura dos capítulos, do desenho da paisagem externa. Porque a força da prosa, instigante e interna, ali já estava. Era notória a habilidade de Gustavo Ávila em conduzir as entrelinhas da trama. Sabia ser um manipulador kafkiano. Criou, com segurança e inteligência, um livro pulsante e original." Trecho da orelha.

Aliás, essa versão está ótima para ser seu livro de cabeceira. Agora ela tem uma foto minha para você espantar os mosquitos e pernilongos quando for dormir ;)

Mas espero que ele também se torne de cabeceira pela história que conta. Que você goste ainda mais do seu interior do que do seu exterior. Como devemos fazer não só com os livros, mas também com as pessoas.

Ah, sobre a data de lançamento.
Talvez ele seja lançado agora em junho, mas ainda não há uma data 100% definida.
CLIQUE AQUI que eu falo como você pode fazer para ser avisado assim que ele for lançado.

E você, gostou da capa?
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Beijos e abraços,
Gustavo Ávia